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domingo, 2 de janeiro de 2011

Rota das Sempre Vivas



Foto: Parque Nacional das Sempre Vivas

A Rota das Sempre Vivas na comunidade do vilarejo de Capivari oferece acomodações nas casas dos moradores, escolhida pelo turista. È um roteiro que prioriza o modo de vida campestre da comunidade, oferecendo ao visitante a oportunidade de vivenciar o local, utilizando os mesmos recursos que os moradores e fazendo as refeições nas próprias casas onde estão hospedados. O passeio pode ser feito em 3 dias, onde o visitante terá um inesquecível contato com a cultura local.

Capivari é um vilarejo simples, com muitas flores, rodeado por campos de sempre-vivas, localizado na ladeira do Pico Itambé. É um lugar de pessoas acolhedoras e hospitaleiras. Até a cachoeira do Amaral é feita uma caminhada gostosa compensada seguida de um banho refrescante. A tarde é possível fazer uma visita, às igrejas e ás noites, são oferecidos teatro e forró, mediante combinação prévia. Uma forte caminhada no segundo dia, até a Cachoeira dos Coqueiros, recompensada por uma hidromassagem natural.


Foto: minasgerando.blogspot

A despedida do roteiro é muito agradável, um passeio pelo modo de vida da comunidade. Pela manhã bem cedo, uma caminhada pela várzea, é hora de passear pelos campos de sempre-vivas. Á tarde aprender a secar as flores e conhecer os trabalhos artesanais que são produzidos com elas. Além de participar do processo produtivo do artesanato de Capivari, o Turista ainda pode levar o suvenir que ele mesmo produziu.

Este tipo de turismo é considerado solidário e de baixo impacto no meio ambiente, por não ser um turismo de massa, e permitir apenas grupos de 10 a 25 pessoas no roteiro. Permiti a interação direta do turista com a comunidade local, proporciona ganho econômico aos moradores, preserva o meio ambiente, incentiva a cultura local no caso de Capivari, com a confecção de artesanato, o forró e o teatro, e gerando troca de conhecimentos entre os visitantes e anfitriões. Fazendo desta uma atividade socioambiental.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Turismo que traz a paz

Pode-se fazer uma analogia do turismo como elemento de compreensão e paz entre os povos, aproximando as pessoas de classes e culturas diferentes. Assim se pensou o Turismo como a Indústria da Paz, isto foi pregado no final da década de 1970, quando a república Popular da China abriu suas portas para o mundo ocidental, estabelecendo um relacionamento político melhor com outros países, aperfeiçoando as relações com as nações e a paz internacional, as viagens passaram a constituir uma expressão fundamental da cooperação internacional. As viagens foram usadas como uma estratégia política promotora de paz, conforme kaul (1979) a China abriu suas portas para as nações como uma demonstração de boa vontade e cooperação e colaboração para a paz internacional.

O turismo como colaborador para a paz mundial, tem dois aspectos, segundo os autores Var e Ap (1997) a promoção do intercâmbio cultural como um elemento forte para derrubar as barreiras entre as nações diferentes, e a promoção de um maior entrosamento entre pessoas ou povos de nações distintas harmonizando este intercâmbio. Estes aspectos do turismo foram sugeridos por alguns autores como sendo as condições necessárias para permitir a existência da paz e o seu florescimento. Podendo, portanto, serem considerados como variáveis para a contribuição na relação entre o turismo e a paz.

Fonte: Trabalho de Conclusão de Curso de Turismo - Investigação sobre Turismo Solidário em ONGs